Essa peripécia chamada vida

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Essa peripécia chamada vida

5
ago,2011

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“Quero guardar essa certeza de que tudo está certo
mesmo quando está errado.
Sim, há mesmo aquela valia da vida te premiar quando você resolve levá-la a sério e vivê-la primeiramente por si. É impossível doar amor se não conseguirmos amar primeiro, o reflexo no espelho.”

Não, não é porque somos fodões, a gente aprende tocar o barco adiante porque é assim. É assim que a vida funciona.

Trocamos de amores, trabalho, bairro, cidade… Vira e mexe alguma área da nossa vida se renova e humanos que somos, incontáveis vezes vamos lá e cometemos exatamente os mesmos erros de antes. E continuamos cometendo, jogando a culpa no azar ou outra coisa qualquer pelos infortúnios, até nos darmos conta que o que nos detona é nosso imediatismo. Até aceitarmos que a vida tem estações que só ela mesma conhece e define e que nossos piores demônios vem de dentro. E aí as vezes conseguimos mudar algumas sinas e acertar os próprios ponteiros. E, repito, não é porque somos fodões que conseguimos sangrosamente largar o que nos fere e partir pro próximo. É só porque é assim. De repente alguém sorri pra você com o riso mais lindo do mundo e você tem certeza que sua última paixão não foi nem em sonho, a última. E de repente alguém liga em seu telefone e em uma entrevista de emprego você saca que seu último trabalho não foi nem de longe o melhor, mas que foi a melhor escola para te levar onde você queria estar.
A vida é estranha as vezes, transformando secretamente nossas rotas de fuga no caminho certeiro para que cheguemos exatamente onde deveríamos estar.
Não é fraqueza chorar, lamentar, ter o tempo de luto por tudo que em nós morre vez em quando. Fraqueza é não aceitar que tudo, mesmo os acontecimentos mais dolorosos, contribuem de uma forma ou de outra para nos preparar para o que realmente queremos e devemos receber.
Talvez exista mesmo aquele lance de “MACTUB“. E se existe, pode ter certeza, o que está escrito é que haveremos de ser felizes. De um jeito, ou de outro.
“With or without you – Scala”
Camila Lourenço
Alicia disse:

é…a vida é uma menina safada.

Erica Gaião disse:

Camila!

Sabe, não é fraqueza mesmo sentir as dores do mundo e chorar por elas. Fraqueza é não levantar quando a mão lhe é estendida. O que move a vida é isso: Saber que alguma coisa está lá, em algum lugar, a nossa espera. E trilhar o caminho, ainda que tropece…

Está uma coisa de inspirada, hein? Tem um coração batendo forte, reaprendendo a bater no seu próprio compasso, aí dentro! Eu sei que tem. A vida é linda e o maior amor do mundo é o seu por você! No meu caso, o meu e o da Ana, a flor mais linda do meu jardim.

Amo tudo aqui.

Beijos, sua linda!

QUIM disse:

Oi querida bem verdade esse texto…saudades daqui..um super beijio..te adoro…

Camila deixaste mais plena a minha noite
beijos

placco araujo disse:

Sabe porque venho menos aqui do que gostaria?

Porque você não está a passeio. Você entra nas veias, e não simplesmente passeia pela pele… Nem sempre…Nem sempre estamos sempre preparados para entrar..

Um beijo grande, menina.. Lindo texto|