Mãos abertas

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Mãos abertas

29
abr,2011

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Deixar ir, como vento, como água de rio.
Soltar, como solta areia, como solta pássaro.
Quando somos crianças, nos agarramos desesperadamente a tudo que querem de nós tirar, com o tempo aprendemos que o desespero momentâneo passa e que as coisas que realmente são nossas nunca se vão pra sempre.
Aprendemos também sobre a lei do “bate-volta”, e também sobre a abundância que é essa coisa chamada vida.
Aí, deixamos ir, como a folha sob a água do riacho. E ao invés de lamentar, aprendemos pular na água e nadar.
Afinal, não há música na vida que não possamos aprender dançar.

Camila Lourenço

Anonymous disse:

De fato a vida é essa coisa viva que não nos traz qualquer certeza.
Eis a grande maravilha.
Nunca pude imaginar que um dia eu estaria aqui comentando seus textos.
Fui ver isso só porque tens meu nome e olha que beleza encontrei!
Na verdade nem me sinto a altura de falar ou comentar seus textos…alias, não me sinto a altura de coisa nenhum…devo ter algum problema com altura, embora viva com os pés no chão e a cabeça nas nuvens,
Ler seus textos ja me basta, mas eu sempre quero mais. O paradoxo da insatisfação
Nossa! Que coisa linda! Textos lindos, pagina tão delicada…toca na gente.
Menina, que bom que voce existe.
Vou ler mais, vou comentar mais e mais e mais e mais…como diria o poeta, até a eternidade e mais um dia.

J. Lourenço

Lilian disse:

Livre,ainda bem.
=*

EURÍPEDES disse:

Muito interessante!!!! Sempre…

Camila..amei esse texto vou levar para a minha colecção..bom final de semana..bjs

Cáh disse:

é, e pelo jeito vc aprendeu certinho!

e ainda me ensinou agora pouco um bom passo! 😉

Um beijooooo