Tempo do aspiro

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Tempo do aspiro

9
mar,2011

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Eu, que sei dos meus infernos, céus, montanhas-russas, solidão e companhias, prefiro as vezes parar para absorver o que não se fala, mas que se sente.
O que marca nem o tempo muda. Mas até mesmo com a tatuagem mais linda é preciso um tempo de carência para que a imagem do corpo que a recebeu volte a ser a conhecida de sempre.
Camila Lourenço
Anonymous disse:

NOSSA LINDOOO D++!!!

Fé Fraga disse:

Camila, que encantador e profundo!

Me pego às vezes assim.. Tudo tem que se acomodar a aquela nova moldura.
Mas o que me tocou mt foi:

“O que marca, nem o tempo muda”
Um beijo,
Fé Fraga.
http://mefaltaumpedacoteu.blogspot.com

Cáh disse:

é sempre bom ‘parar’.

Um beijo!!!