Um bálsamo, quentinho, por favor.

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Um bálsamo, quentinho, por favor.

6
jun,2011

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“Queria que algum sopro fizesse parar de doer
e levasse junto com a dor essa falta. Essa falta enorme e amarga que ele faz.
Eu queria espantar aquela dor pra longe. Queria tudo curado, mas ainda via jorrar sangue das feridas. Meu estômago fazia festa, no auge de sua estúpida e independente gastrite. Minhas pernas quase voavam, na ignorante mania de agora, não andar mais rápido. Queria não lembrar, mas a saudade, danada, deitava e acordava em meu encalço. Meu coração, já não batia, tremia, e desse, coitado, eu sequer ousava tirar sarro.
Eu queria que nada doesse. Ou até que doesse, se houvesse aqueles braços para me acalmar. Não havia. E eu reaprendia, que as vezes é preciso doer-se todo para se curar.

“Little house – Amanda Seyfried”
Camila Lourenço

Eu fui aprender a pouco tempo, que a melhor coisa para superar uma dor é viver essa dor, para seguir em frente sem algum resquício. Adorei o texto. Beijinhos.

A cura pela dor…

“A dor vai fechar esses cortes”

Verdades sentimentais doloridas,as suas!
Compartilho igual!

Renata Cibelle

Anonymous disse:

Menina onde você encontra tanta inspiração?
Tudo muito encantador e transparente, parece que você até sabe o que se passa com as pessoas.
E essa dor? Manda pra bem longe… como se fosse fácil tanto quanto se diz… Eu bem sei que não é… Tô precisando de uma cura também.

obs.: não to conseguindo postar comentários aki. Só anônimo.
Beijos Cris

asombradomar disse:

já deixou doer até demais… abre espaço pro remédio agora, pra cura.

Beijo Cá!

pois é Camila,

o seu blog é muito lindo…
e seus textos muito bons.

boa semana p ti…
bjos