Uma questão de escolha

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Uma questão de escolha

23
ago,2011

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A cor do seu céu, você determina.
Pode ser negra como a morte.
Ou multicor como a esperança.
E essa fé bonita na vida brotou quando aprendi que não é porque eu não enxergo as flores que elas deixam de existir.

A delicadeza mágica está em permitir brotar beleza mesmo nos lugares mais sombrios ou nas caretas mais feias, e fé mesmo nos corações mais céticos.

Os caminhos que a felicidade encontra para nos achar nem sempre são explicáveis ou visíveis, mas o que importa é que ela sempre encontra um jeito quando decidimos notá-la.

“Eu não sei na verdade quem eu sou – O Teatro Mágico”

Camila Lourenço

Como dizia meu querido amigo dos cabelos da cor de trigo o “essencial é invisível aos olhos” por vezes nos perdemos enxergando coisas sem importância e esquecemos que as melhores estão sempre ali só não paramos para ver! Adoro teatro mágico, embalou bem as suas palavras!

Ana SS disse:

A gente é mais o que não vê do que aquilo que vê.

Pois é amiga… as coisas acontecem assim. Se estamos tristes não enxergamos mais beleza em nada e elas permanecem no mesmo lugar e sorrindo para a gente.
Eu queria ter essa percepção sempre, mas não posso evitar que em algum momento mesmo que seja só por um instante a tristeza faça morada no meu ser. Ainda bem que é só por um instante. É como uma nuvem passageira que cobre o brilho do sol, mas sabemos que ele continua ali e a nuvem passa.
Beijos!!!