Só tem um momento que sei jogar: Quando não me importo.
Quando não gosto, quando não quero, quando não nada. Aí não é nem que jogo, que faço tipo. Eu só não quero mesmo. Nada.
Quando não é este o caso, os meus pés vivem entre as minhas mãos. Faço as coisas que tenho vontade, depois bato a cara na parede me chamando de otária, depois dou risada, depois fico noiada. E descubro que de fórmulas e regras eu não sei é nada.

Camila Lourenço