As coisas mudam. Assim, como as estações do ano. Hora o tempo é de flores e frutos. Hora o vento sopra forte e desenterra todos os nossos medos. Hora agimos feito monges puritanos. Hora feito adolescentes em férias veraneias. É assim. Ciclos. Em alguns acontecem todas as estações. Outros são tão ruins que parecem a noites de alguns lugares dos polos, onde uma noite dura literalmente, seis meses, mas parece mesmo é que nunca terão fim.

O que faz diferença não é qual a estação vigente do tempo da nossa vida, é a decisão que tomamos em como vivênciá-la.
Quando conseguimos transformar mesmo que inconscientemente nossa ansiedade por um futuro bom em válvulas de escape que desnudam nossa essência, o mundo tende a dar-nos frutos de sementes que sequer sabíamos que havíamos plantado.
O diferencial está na nossa não desistência de transformar cada estação vivida na pintura mais bonita possível
Você não sabe agora, mas um dia vai entender que seus capítulos mais bonitos foram escritos quando você entendeu que nunca seria opção não prosseguir.
“Somebody – Scala & Kolacny Brothers”
Camila Lourenço