“Ilumine-se. Profano é julgar.
Dispa-se dos dogmas.
|Flávia Queiroz|

Já sentamos no banco dos réus, do juíz, do juri.
Já olhamos nos olhos, aceitamos, ignoramos, absolvemos, condenamos.
Julgamos nossos reflexos em carne alheia. Enforcamos sonhos com as mãos profanas do descrédito. Engolimos amores, mastigando-os com a saliva do desdém. Matamos conquistas afogando tentativas.
Nem Deus, nem demônio. Somos humanos!
Nos abracemos… No fim de tudo, entre acertos e erros, todos diferentes-iguais procuram o mesmo cais: a felicidade.


“Manobrista de homens – Violins”

Camila Lourenço