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Que eu saiba crer quando o inverno prolongar seus dias.
Que eu saiba respirar fundo, sem afobar, acreditando no que nunca cri, que no final, as coisas sempre se acertam.
Que eu saiba ser ouvinte de mim mesma para colocar em prática todos os conselhos que por tantas vezes, proferi.
Que meu coração alcance paz na confiança em Deus, em mim.
Que eu saiba dançar as músicas do mundo sem jamais, no entanto, perder a minha própria melodia.
Que eu ame. Por e apesar de qualquer pesar. E que eu entenda, abrindo as mãos, que o amor não é um pássaro de estimação para ficar em alguma gaiola. E que eu seja um céu bonito pra nele/em mim, ele encontrar seu lar.
Que eu jamais perca a fé em minha capacidade de colorir o mundo, o meu mundo, começando por mim o que eu quero ver aqui ou ali.
Que eu tenha a ousadia de chorar quando nascer a vontade de chorar, sorrir quando quiser sorrir. Que eu não desista de mim.
E por fim, que eu sempre me lembre que a vida voa sem mim quando acredito e aceito que tudo é um jogo de azar sem fim.
Amém.

Camila Lourenço